Editorial 1ª Edição Jornal Kadosh

Shalom!
Esta é a primeira edição do Informativo Kadosh, Notícias do Reino! Glória a D’us por isto. O objetivo deste jornal é promover uma comunicação entre o povo de D’us, independente de sua igreja ou pastor, afinal vamos passar uma eternidade juntos, podemos começar agora!
Sendo assim, nesta 1ª edição você conhecerá alguns irmãos que acreditaram nesta proposta, os irmãos e líderes que estão nesta mesma visão…. Não foi fácil! Muitos estavam desconfiados e até resistentes… Mas não desanimamos e aqui está em suas mãos um trabalho em que, o único e firme propósito glorificar o Reino de D’us.
Notícias, testemunhos, receitas, saúde, o tira dúvidas bíblicas,  classificados das igrejas da sua região (esta coluna é gratuita, consulte o regulamento).
Leve o informativo a um amigo, a um vizinho, apresente o reino de D’us, fale do autor e consumador da vida, afinal está em suas mãos um instrumento de evangelismo.  Entre os testemunhos que chegaram à nossa redação escolhemos o da Sra. Lucimara Dinali Soares, proprietária da Loja Leão de Judá, localizada no centro de Pará de Minas, loja visitada por pessoas de várias crenças que tem dado testemunho de Cristo a todos que ali tem chegado. Vale a pena ler! Yeshua Ha Mashiach, Jesus O Cristo, fez uma grande obra na vida desta família.
Obrigado aos irmãos, pastores, empresários e amigos que contribuíram com  ofertas e anúncios para que sonho  se tornasse  uma realidade.
Um Jornal inteligente, esclarecedor, de cunho teológico e educativo à disposição do Povo de D’us.
Não fique fora da próxima edição do Informativo Kadosh, contribua, dê sugestões, participe! Anuncie conosco, ligue (37)3236-7359 ou (37)3232-5777 ou pelo email:  jornalkadosh@escoladeprofetas.net

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Anunciantes de Março

O Informativo Kadosh é responsável  apenas pelos textos produzidos pela redação. Os artigos assinados são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não refletem necessariamente a opinião do informativo. No Informativo Kadosh, não existe nenhum colaborador ou colunista remunerado.

Os anunciantes do Informativo são irmãos que tem Visão do Reino de D’us, assim como você, leitor abençoado. Por ser um informativo  interdenominacional, os anunciantes pertencem às mais diversas igrejas. Quando for às compras,  abençoe-os dando-lhes preferência em sua escolha, adquirindo seus produtos. Desta forma você contribui indiretamente para que este informativo permaneça em circulação.

Que o Eterno  multiplique 30,60,100 vezes mais tudo que vocês estão plantando no Reino de D’us.

Rabino Marcos Barreto

 

 

 

 

 

 



 

 

 

 

 

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Festa de Pessach “Páscoa Bíblica” por Rabino Marcos Barreto

A Festa de Pessach celebra a vida. Comemorar Pessach é obedecer ao Eterno, a sua Palavra e aos seus mandamentos – e perceber a extensão espiritual e vivê-la. Pessach ocorre no décimo quinto dia do mês de Nissan, na estação da primavera. É comemorada de acordo com o direcionamento bíblico por um período de sete dias. Destes, o primeiro e o último dia são considerados como Yom Tov (Dia Festivo – festas) nos quais nenhum trabalho é realizado. Nos outros dias que se seguem um trabalho leve é permitido.
No relato bíblico do livro de Êxodo, Pessach surge com a intervenção carinhosa de Elohim para libertar seus filhos da escravidão do Egito. Segundo a tradição judaica que é bíblica, Pessach comemora a saída do povo judeu da nação do Egito.
De fato, a cerimônia de Pessach segue uma ordem pré-estabelecida pela Torah (palavra que significa Ensinamento, Fundamento e Lei), tradição bíblica. A Torah ordena: “Conservareis, de geração em geração, como instituição perpétua”. Êxodo 12:14. A idéia básica do Seder é a obrigação que cada um tem de reviver e recriar a experiência da noite em que os nossos irmãos judeus partiram do Egito. A simbologia do Seder é para judeus e gentios e para a igreja em geral.
Para nós, que cremos em Adonai,  a Páscoa é realizada como a obra perfeita para toda a humanidade – Yeshua HaMashiach quando foi entregue como “O Cordeiro Perfeito” derramando o seu sangue em favor de toda humanidade, para nos livrar da morte e perdoar os nossos pecados. “… pois Yeshua, nossa Páscoa, foi sacrificado por nós”. Pelo que celebremos a festa, não com fermento velho, nem com o fermento da maldade e da malícia, mas com os asmos da sinceridade e da verdade” (I Co 5:7b,8). O apóstolo João quando viu Yeshua disse: “… Eis o Cordeiro de Elohim, que tira o pecado do mundo”! (João 1:29b). O Cordeiro Pascal torna-se símbolo do preço pago por Elohim pelo resgate de Israel e do mundo inteiro. Assim sendo, somos ordenados a cumprir o estatuto perpétuo  como nos ensinam as Escrituras Sagradas: comendo pães ázimos e ervas amargas para que possamos lembrar quão amargo é viver na escravidão e no sofrimento do Egito (símbolo do mundo e do pecado). Fazendo assim, estaremos obedecendo ao mandamento. “Naquela noite comerão a carne assada ao fogo, com pães ásmos e ervas amargas”. (Êxodo 12:8) Além de celebrarmos Pessach, devemos fazer com que esta mitzvah seja conhecida por todos – assim nos ordena o Eterno: “Portanto, guardai isto por estatuto para vós e para vossos filhos, para sempre. Quando vossos filhos vos perguntarem: que cerimônia é esta? Respondereis: Este é o sacrifício da Páscoa ao Eterno, que passou por cima das casas dos filhos de Israel no Egito, quando feriu os Egípcios e livrou as nossas casas. Então o povo se inclinou e adorou”. (Êxodo 12: 24, 26,27).
Podemos com toda liberdade, e sem nenhum preconceito, restaurar as raízes bíblicas judaicas da nossa fé, saboreando as comidas simbólicas do Seder que têm como intenção ajudar,   aos que foram chamados para serem santos, a obedecer às Escrituras Sagradas, e a vivenciar o sofrimento e a redenção do povo de Elohim.
São aproximadamente 1700 anos que a Igreja não comemora esta importante festa bíblica, como se deve. É uma festa que fala de libertação, que simboliza a “passagem” das trevas para a luz, a “Luz do Senhor”. É a única festa bíblica que traz o juízo de D’us sobre os espíritos malignos que atuam na vida do homem e potestades que atuam nas cidades.

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Testemunho de Lucimara Dinali da Loja Leão de Judá em Pará de Minas

Meu nome é Lucimara Soares, sou casada com Renato e temos dois filhos, Gabriel e Vitória. Somos de Belo Horizonte, mas em meados de 2005, em função do trabalho, meu esposo mudou-se para Pará de Minas. Por seis meses continuei morando em Belo Horizonte, pois não queria deixar meu trabalho em BH, mas meu filho Gabriel era bem pequeno e sofria muito com a ausência do pai, chegando até mesmo a ficar doente. Por este motivo deixei tudo e me mudei para Pará de Minas.  Quando cheguei a esta cidade ainda não servia ao Senhor, embora meu esposo já frenquentasse uma igreja aqui, e nem tampouco eu pensava em ser crente. Porém, certo dia eu acompanhei meu esposo a um culto, onde conheci os pastores Vicente Faria e Heliton Ribeiro (Pastor Preto). Louvo a D’us pela vida destes dois pastores, pois através deles comecei a frequentar a igreja, recebi Jesus como meu único e suficiente Salvador a partir daí, o Espírito Santo começou a agir em  minha vida.
Tínhamos um pequeno comércio em  nossa residência, no bairro São Pedro, onde vendíamos vários artigos bíblicos.
Em 2008, depois de vários anos, pois ela também é de Belo Horizonte e nossos pais eram amigos, reencontrei a Pra. Cláudia Barreto, esposa do Rabino Marcos Barreto, em um culto onde ele estava ministrando. Ficamos sabendo que ele estava implantando aqui na cidade uma Faculdade de Teologia. O desejo de estudar já estava em nosso coração, principalmente porque queríamos muito que nosso filho também adquirisse conhecimento das Escrituras, pois desde os seis anos de idade ele já pregava nas igrejas. Sabíamos que o estudo seria fundamental para o desenvolvimento de seu chamado ministerial.
O Rabino Marcos Barreto e a Pra. Cláudia sempre nos encorajaram a abrir uma loja à Rua Benedito Valadares, localizada no centro comercial de Pará de Minas.
Para nós, este era apenas um sonho, pois aos olhos humanos, naquele período de nossas vidas era impossível. Em nenhum momento eles deixaram que desistíssemos; sempre nos deram palavra de vida, de carinho, amizade; além de muita oração e conselhos que fizeram com que tivéssemos a certeza de que aquele sonho não era nosso, mas  de D’us.
Hoje nossa loja Leão de Judá é um presente não só para minha família, mas também para todo o povo de D’us que reside em Pará de Minas e região. Caro leitor, nos últimos três anos Jesus transformou minha vida espiritual, meu casamento, minha vida financeira.
O conhecer a Palavra viva que é Jesus, através do Instituto de Teologia e Educação Escola de Profetas, tem me transformado a cada dia, afinal, está escrito no Salmo 37:4,  que  quando agradamos a D’us (verdadeiramente), ele satisfaz os desejos do nosso coração.
Para honra e glória do Senhor Jesus, a Loja Leão de Judá é uma representante do Reino de D’us, recebo pessoas das mais variadas crenças religiosas e  com muito amor e respeito dou testemunho de Cristo e do que Ele tem feito em minha vida. Obrigado Senhor por ter me escolhido! Venha conhecer nossa loja. Sem Jesus não dá para ser Feliz!

Lucimara Dinali Soares, Capelã, bacharelando em Teologia pelo Instituto de Teologia e Educação  Escola de Profetas e empresária.

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O Analfabetismo Funcional, Um Problema Real por Maiza Feledy

Quando ouvimos falar de analfabeto funcional pensamos em alguém que não estudou ou estudou pouquíssimo. Entretanto, não é bem assim, pois analfabeto funcional é a pessoa que aprendeu a ler, escrever e, em muitos casos, chegou até mesmo a concluir um curso superior, porém, não entende bem o que lê e, consequentemente, não consegue interpretar da maneira correta, ainda que os textos sejam curtos e fáceis. Esta dificuldade se estende também a cálculos matemáticos. No Brasil, calcula-se que, cerca de 78% das pessoas sejam analfabetos funcionais. Este número é assustador e não se trata de uma realidade presente somente nas classes C ou D, mas atinge também as classes A e B. O problema do analfabetismo funcional não está ligado somente à falta de estudo, mas principalmente a dificuldade do indivíduo em admitir que precisa se dedicar mais à busca do conhecimento, ao aprimoramento de suas habilidades e ao desejo de vislumbrar um futuro, onde as pessoas não sejam tão dependentes e acomodadas. Em nossa cultura há uma carência de mentes críticas, que não aceitem pensamentos prontos.
Caro leitor (a), a intenção deste artigo não é criticar as pessoas, mas gerar nas mesmas uma reflexão sobre este assunto. O analfabetismo funcional impede o crescimento do indivíduo na vida pessoal, estudantil, profissional e, principalmente, na vida espiritual. Não podemos aceitar com naturalidade tal situação. A dificuldade na interpretação de textos, resolução de cálculos, redação, o desinteresse pela leitura, a falta de habilidade para compreender protocolos (esta característica deve-se a dificuldade de interpretação de textos), dentre outras são características do analfabeto funcional, porém, elas são totalmente reversíveis. Contudo, é necessária uma renovação, não só na mente de cada pessoa, mas também em todo sistema educacional. Sugiro que você medite no texto de Romanos 12:2, “E não sede conformados com este mundo, mas sede transformados pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de D’us.”
O problema do analfabetismo funcional é mais sério do que parece e não tem recebido a devida atenção. Quantas pessoas até hoje nunca ouviram falar sobre este assunto e ainda correm o risco de não ouvir, sabe por quê? Porque não se interessam pela leitura nem pelo conhecimento. Embora tenham acesso à internet, jamais navegaram por sites sobre a educação, história, conhecimentos gerais. Procuram apenas entretenimento, obscenidade, fofocas a respeito de artistas da televisão, etc. Se nossa mente não for renovada assistiremos a cada dia aumentar o número de analfabetos funcionais em nossa nação. Em casa, no trabalho, na escola, na igreja, enfim, onde estivermos é necessário buscar conhecimento, melhorar nosso entendimento sobre todos os assuntos, não podemos ser limitados. Pessoas limitadas são presas fáceis para enganadores, mentirosos, corruptos, ladrões, etc.
Desejo que o leitor deste artigo seja despertado para a gravidade desta realidade e, a partir desta leitura, sinta o desejo de melhorar seu entendimento, buscar novos conhecimentos, aprimorar suas habilidades e desenvolver mais e mais seu potencial. Talvez, não possamos melhorar 100% em apenas um dia, mas com certeza podemos melhorar 1% a cada dia.
(Na próxima edição falaremos sobre o analfabetismo funcional na Igreja de Cristo)

Maiza Feledy – Capelã, Teóloga, Professora e Coordenadora do Depto de Convalidação de Créditos Junto ao MEC do Instituto de Teologia e Educação Escola de Profetas, ITEEP.

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Porque Amar Israel por Rabino Marcos Barreto

Por que os cristãos, incluindo os católicos, protestantes, evangélicos e outros, devem amar Israel e seu povo?
Há inúmeras razões, mas podemos enumerar algumas, como: PRIMEIRO, a fé cristã é uma fé judaica; a Bíblia foi escrita por judeus e, além de tudo, Jesus é judeu. SEGUNDO, a salvação veio dos judeus, e, por meio da rejeição e insubmissão de alguns deles, esta  salvação alcançou os gentios..
Devemos entender que o “endurecimento veio em parte sobre Israel, até que a plenitude dos gentios haja entrado. E assim todo o Israel será salvo, como está escrito: De Sião virá o Libertador, E desviará de Jacó as impiedades” (Romanos 11:25,26).
Os cristãos afirmam que um dia os judeus reconhecerão que Jesus é o Messias esperado, o Rei dos Reis. Teria isto base bíblica?
Sim, tem. O próprio livro do profeta Zacarias afirma: …” Mas sobre a casa de Davi, e sobre os habitantes de Jerusalém, derramarei o Espírito de graça e de súplicas; e olharão para mim, a quem traspassaram; e pranteá-lo-ão sobre ele, como quem pranteia pelo filho unigênito; e chorarão amargamente por ele, como se chora amargamente pelo primogênito” (Zacarias 12:10). As Escrituras afirmam que Jesus foi traspassado, como filho unigênito e primogênito de D’us. (Miquéias 6:7; Salmo 89:27; Colossenses 1:15; João 3:16; 1João 4:9; etc). Agora, o MOTIVO MAIS IMPORTANTE, – Quem foi enxertado na Oliveira (que é Israel), participando da mesma “seiva” e da mesma raiz dos patriarcas judeus? (Romanos 11,17,18). Quem tem nas mãos a responsabilidade de levar as “Boas Novas” aos povos? (Marcos16:15). Quem deveria estar exercendo misericórdia e amor para com os judeus? (Romanos 11:28-32). Contra quem as portas do inferno não prevalecerão e por isso tem autoridade máxima na terra? (Mateus16:18). Resposta: Os cristãos, que lamentavelmente, pela história, são os que mais tem perseguido Israel e seu povo.

Rabino Marcos Barreto,MD – Capelão, Teólogo, Psicanalista, Professor, Vice Presidente do Conselho de Pastores de Pará de Minas, Conferencista Internacional, Diretor do  Instituto de Teologia e Educação Escola de Profetas e Presidente do Logos & Rhema Ministério Profético, especialista em Batalha Espiritual, Cura Interior, Discipulado, Cultura Judaica  e  Torah.

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Permissividade – Não Confunda Com Amor por Lécio Nogueira

O tema é polêmico. Alguns pais vão discordar; outros se identificar, mas a intenção é levantar a discussão. Talvez a principal dificuldade enfrentada por profissionais da educação hoje em dia é a falta de comprometimento dos adolescentes com os estudos. E aí, em muitos casos, em função da permissividade dos pais.
A competição que se estabeleceu entre a escola e as ‘tentações’ modernas são desumanas, afinal, internet, Orkut, festas e a precocidade com que os jovens começam seus relacionamentos é desleal. Com certeza os prazeres e “os falsos prazeres” estão à disposição da moçada cada vez mais cedo, então a dedicação aos estudos virou castigo.
Coitado do professor… se antes respeitado e muitas vezes idolatrado por alunos, hoje em alguns casos virou um tremendo  chato. Não é por acaso que cada vez menos encontramos professores felizes e realizados com sua profissão. Nós professores de verdade, só nos realizamos quando cumprimos nossa missão de compartilhar e dividir nosso conhecimento com os alunos. Quando saímos de uma sala com a sensação maravilhosa de ter feito a diferença na vida de um ser humano, de um amigo, aí sim, temos a certeza de que valeu muito a pena.
Aí vai a pergunta: por que alguns jovens têm se tornado tão donos da verdade? Por que alguns pais acham que poder de questionamento (que é altamente louvável) SIGNIFICA DAR DIREITOS ILIMITADOS A GAROTOS QUE SEQUER SABEM COM CLAREZA DISTINGUIR ENTRE O CERTO E O ERRADO? Apatia, desinteresse, indisciplina e desrespeito ao próximo são valores aprendidos em casa e o que acontece em sala de aula é uma extensão do que acontece dentro de casa.
Hoje alguns pais, que apesar de minoria vem crescendo fortemente, dão razão exagerada aos excessos cometidos pelos filhos. Enchem a moçada de poderes e direitos, acobertam insistentemente os erros dos garotos, prometem pela vigésima nona vez que no próximo deslize vão cortar a mesada e duas horas depois liberam carro e dinheiro para aquela festa no sítio ou balada… Aí no dia seguinte, o pobre do professor pede silêncio para a turma e leva uma sonora gargalhada desses jovens acostumados a ter direitos ilimitados, que não têm a menor noção de seus deveres, e, que, com certeza, serão apoiados em casa, afinal tem pai que confunde amar seu filho com apoio incondicional independente de seus atos.
Pois bem, agora vai uma dica, fruto de 18 anos de sala de aula, consequencia de um contato com mais de 10.000 alunos. AMAR É IMPOR LIMITES. AMAR É CONVERSAR SEMPRE COM SEU FILHO. AMAR É EXIGIR RESPEITO A UM MÍNIMO DE REGRAS. Porém, não descuide da vida escolar de seu filho. Conheça de perto seus amigos, mostre a ele que dá para ser feliz usando racionalmente a internet e indo a festas de vez em quando. O que nossos filhos não podem esquecer é que escola é fundamental e que estudo é necessário para que obtenham sucesso tanto na vida pessoal, quanto na profissional.
Eu acredito que pais e professores juntos possam ensinar aos nossos jovens que, felizmente, a vida nos impõe alguns deveres, mas que, em contrapartida, nos oferece vários direitos.
Pensem nisso: IMPOR LIMITES É TAMBÉM UMA GRANDE PROVA DE AMOR.
Abraços e coragem. Você não vai se arrepender.

Por Lécio Nogueira – Professor e Diretor da Rede Anglo de Ensino – Pará de Minas.

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Capelania: Exercício de Fé, Esperança e Amor Amparado por Lei por Dra. Cristiane Melo

Pouco se sabe a respeito de Capelania, o que é, e qual seu objetivo final, e assim, por falta de conhecimento do assunto o mesmo é relegado ao segundo plano de nossas vidas ministeriais. Muitas vezes já a praticamos, porém sem sabermos que a mesma é amparada por lei e quão grandioso é aquele que pratica esse ensinamento de Yeshua Ha Mashiach, Jesus O Cristo. Sim, Capelania Evangélica é garantida por lei, a Constituição Federal em seu artigo 5º, inciso VII assegura a assistência religiosa àqueles que, necessitam de auxílio espiritual, e se encontram em entidades civis (pública ou privada) e militares de internação coletiva; assim, a Capelania  é dever do crente em Jesus O Cristo, e direito frente às leis humanas.
Outro amparo legal é o Decreto Estadual nº 38.745/97 que regulamenta a Lei nº 10.630/92, e que dispõe sobre a prestação de assistência religiosa nas entidades acima citadas em nosso Estado, e diz que a prestação e assistência religiosa aos enfermos, detentos e internos, devem ser sem prejuízo da ordem e disciplina exigidas nos estabelecimentos visitados. A assistência poderá ser prestada durante o dia ou à noite, em qualquer local reservado ou não, onde se encontrar a pessoa a ser assistida, sempre com autorização da direção do estabelecimento; assim, deverão os ministros religiosos identificar-se.
Devemos ter em mente que Capelania é, antes de qualquer coisa, uma determinação de D’us para nós, é um dever; por isso nosso Senhor nos ensina sobre Capelania; em Mateus 25, no  versículo 35 Ele diz: “Porque tive fome, e destes-me de comer; tive sede, e destes-me de beber; era estrangeiro, e hospedastes-me”, e ainda no versículo 36 “Estava nu, e vestistes-me; adoeci, e visitastes-me; estive na prisão, e foste me ver”. Vemos que nesta passagem bíblica nosso Salvador nos apresenta algumas ramificações de Capelania, como a Capelania de Assistência em Ação Social, a Capelania Hospitalar e a Capelania Prisional.
E falando do primeiro componente do espírito de quem está em Cristo que é Fé conforme Paulo escreveu em 1ª Coríntios 13.13 e lembrando que é o próprio Senhor, o Autor da nossa fé conforme está escrito em Hebreus 12.2, atentemos novamente para a citação Bíblica mencionada no início desta palavra, ou seja: “Bem vês que a tua fé cooperou com as suas obras e que, pelas obras, a fé foi aperfeiçoada”. Quero chamar-te a atenção para duas verdades neste texto sobre a fé: 1ª. “A FÉ COOPEROU COM AS OBRAS” no caso específico citado e é nada mais nada menos do que a Fé de Abraão, o nosso Pai na fé conforme Romanos 4.16. Fé coopera com Capelania porque Capelania é obra de Assistência Espiritual. Capelania Evangélica é o avivamento da fé. Sem uma fé avivada, isto é, aperfeiçoada pela Capelania Evangélica, o Cristão incorre no modo de vida apenas teórico ou emocional. Capelania Evangélica tem teoria e tem emoção, mas, sobretudo é vida espiritual Bíblica que ultrapassa estes níveis encontrados no âmbito eclesiástico e que são confundidos com a espiritualidade projetada do coração de D’us para o seu povo. Capelania Evangélica é teoria Bíblica focada para a prática do Reino de D’us; são emoções da fé aperfeiçoada pela disposição, coragem, ousadia, firmeza e determinação para sentindo a presença de D’us, seu poder, sua perfeita palavra, e a realização de todas as promessas, ou seja, mais de oito mil registradas na Bíblia. Acima de tudo é a rejeição da mediocridade do intelectualismo racional humano e do misticismo psicológico sem profundidade essencial da nobreza do exame. Isto significa que Capelania  é serviço resultante da fé equilibrada que balanceia nossa formação com o propósito perfeito de D’us quanto a nossa origem. É ver a explicação anterior ao explicado e viver conforme a mente de Cristo da maneira que está escrito em 2ª Pedro 3.1: “Mente sincera”. Sincero do grego elikrines literalmente é traduzido como “testado pela luz do sol”. Isto denota que Capelania Evangélica é obra da fé que pode e deve ser testada pela luz do sol no sentido ético e moral. É resultado da fé dada pelo próprio D’us. É o despertamento do Espírito Santo ao povo de D’us em nossa geração que nada mais é do que o retorno à moda Bíblica daqueles que têm fé. Trecho retirado da Apostila de Capelania Básica de autoria Pr. Mário Lima, Presidente da UCEBRAS “14 anos Ministrando o Toque do Amor de D’us que é sem Limites!”
Então, com fé e com os corações voltados para o Reino de D’us e amparados pelas leis dos homens é imperativo que não tardemos a executar a comissão outorgada pelo Messias de levar esperança aos necessitados, faz-se necessário que nos preparemos adequadamente para tal mandato do Senhor, tomando o cuidado de fazer tudo com amor, ordem e decência. Assim, devemos entender que Capelania é diferente de Evangelização, sendo que Capelania é feita para o Reino de D’us, e a evangelização é feita para nossa Igreja local enquanto denominação religiosa, para contribuir com o crescimento e edificação da mesma, e nesse sentido devemos evitar ao máximo as práticas denominacionais dentro das instituições visitadas, mesmo que o paciente, recluso ou interno, alvo da visita, já seja crente em Cristo Jesus.
No desejo de fazer algo para o D’us que tanto nos ama, e para tentarmos levar as Boas Novas do Reino aos que estão sofrendo, agimos precipitadamente e sem a devida instrução, contudo damos Glória, pois o Senhor prepara e providencia pessoas para nos ensinar dentro dos padrões bíblicos, com base na Sua Palavra. Capelania Evangélica é visão bíblica. Não possui em seu caráter nada além do que está na Bíblia e que é simples de assimilar quando se tem um espírito de fé, esperança, e amor, isto é, quando se está em Cristo.
PROPAGUE: Fé, Esperança e Amor. Seja uma Autoridade Eclesiástica reconhecida pelo Governo Federal.

Dra. Cristiane Carvalho de Melo, é Capelã, Professora, Advogada, Teóloga pelo Instituto de Teologia e Educação Escola de Profetas.

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